Livro sobre os primórdios da evangelização entre os japoneses no Brasil

Foi lançado no dia 31 de janeiro de 2010 o livro “João Yasoji Ito: A vida e a obra do missionário e História da Paróquia de São João”, escrito por Carmen Kawano e publicado pela editora Mahuly & Co.

As 228 páginas do livro estão dividias em duas seções principais: a primeira narra a vida do missionário de origem japonesa João Yasoji Ito, e a segunda conta a história da paróquia de São João da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB).

O Reverendo Yasoji Ito nasceu em 3 de dezembro de 1888 na província de Nagano, Japão. Estudou na Escola Naval de Tóquio, posteriormente trabalhou na marinha mercante. Em uma de suas viagens, seu navio afundou, e em seus momentos no mar, prometeu dedicar sua vida à Deus, caso ele o salvasse. Juntamente com o capitão e mais um tripulante, foi resgatado por pescadores. Neste momento, ingressou no seminário da Nipon Sei Ko Kai.

Ao ter notícias das dificuldades enfrentadas por seus patrícios no Brasil, resolveu viajar para poder dar assistência espiritual aos imigrantes que se aventuravam nessas terras tupiniquins. Chegou no Rio de Janeiro em 1923, e a partir de então trabalhou pastoralmente com os japoneses, principalmente nos Estados de São Paulo e Paraná.

A Paróquia de São João foi fundada pelo Rev. Ito em 1933, e com o passar do tempo tornou-se uma base para a missão de evangelização dos japoneses da IEAB. Em 1994, dois dos três edifícios da igreja foram demolidos para dar lugar à expansão da Avenida Faria Lima. Com isso, a comunidade decidiu pela construção de um novo edifício no espaço do terreno que sobrara, que deu origem ao atual prédio da Paróquia.

De leitura instigante, vale a pena para se conhecer mais um capítulo da história da imigração dos japoneses no Brasil. Para comprar, entre em contato com:

Veja também:

Sobre a fé!

Na última semana recebi um e-mail com uma história bem interessante. Não sei afirmar se é verídica, mas de qualquer maneira, vale a pena a leitura.

Alemanha – Inicio do século 20

Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta: “Deus criou tudo o que existe?”
Um aluno respondeu com grande certeza:
- Sim, Ele criou!
- Deus criou tudo?
Perguntou novamente o professor.
- Sim senhor, respondeu o jovem.
O professor indagou:
- Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?
O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era uma perda de tempo. Outro estudante levantou a mão e disse:
- Posso fazer uma pergunta, professor?
- Lógico, foi a resposta do professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
- Professor, o frio existe?
- Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?
Com uma certa imponência rapaz respondeu:
- De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor.
- E, existe a escuridão? Continuou o estudante.
O professor respondeu temendo a continuação do estudante: Existe!
O estudante respondeu:
- Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode-se estudar, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não!
Continuou:
- Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.
Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?! Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente.
Finalmente, o jovem perguntou ao professor:
- Senhor, o mal existe?
Certo de que para esta questão o aluno não teria explicação, professor respondeu:
- Claro que sim! Lógico que existe. Como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal!
Com um sorriso no rosto o estudante respondeu:
- O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.
Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado… Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?
E ele respondeu:
ALBERT EINSTEIN, senhor!

What a Kombi?!?!

VW Komi

VW Kombi (Wikimedia Commons)* Seria esse um modelo do século XVI?

Os tradutores automáticos surpreendem a cada dia. Apesar do constante trabalho de aperfeiçoameto, muitas vezes essas ferramentas se transformam em uma “roda na mão”… Obtive uma nova apreciação histórica sobre a Igreja da Morávia ao utilizar um tradutor automático. O artigo (Full communion with Moravians proposed) também fala um pouco do histórico dessa igreja, cujas origens remontam ao ano de 1457 no território da atual República Tcheca, sendo portanto, uma denominação cristã pré-reforma. Os membros dessa igreja, também conhecida como Unitas Fratrum, foram duramente perseguidos no século XVI, século da reforma protestante. Veja o trecho original do texto abaixo:

Persecuted almost to extinction, members of the Unitas Fratrum eventually found refuge on the estate of German nobleman Count Nicholas Ludwig von Zinzendorf. In the 1700s, they went through a rebirth under Zinzendorf’s protection and grew into a global communion.

E agora a tradução realizada pelo programa:

Perseguidos quase à extinção, os membros da Unitas fratrum finalmente encontrado refúgio na Kombi de alemão nobre Conde Nicholas Ludwig von Zinzendorf. Em 1700, eles passaram por um renascimento no âmbito da protecção Zinzendorf e cresceu em uma comunhão global.

Hum… Kombi? Então os peresguidos se refugiaram dentro de uma Kombi de um conde de 1500 e bolinha em diante… Como o conde era alemão e a Kombi também, logo o texto tem alguma lógica… Mas em uma época como aquela, se tem uma coisa que chamaria a atenção é um automóvel Kombi. Sinceramente, o que “estate” (propriedade) tem a ver com Kombi?

* Imagem publicada pelo usuário GeorgHH no Wikimedia Commons, sob a licença Creative Commons Attribution ShareAlike 2.0.

Terrorismo no Brasil (piada)

Este é um texto que recebi por e-mail há tempos, “Terrorismo no Brasil”. Infelizmente desconheço o autor, mas com certeza ele tem muito bom humor. Para quem ainda não conhece, vale a pena ler.

Além de ser uma boa crônica da situação de duas capitais do Brasil, é também uma das heranças da era W. Bush… Um verdadeiro retrato destes primeiros anos do século XXI.

 

Al Qaeda queria explodir Cristo Redentor

(Washington – CNN Special) Documentos mantidos em sigilo pela Polícia Federal do Brasil revelam que a Al Qaeda, de Osama bin Laden, ordenou a execução de um atentado no Brasil. O alvo da ação seria a estátua do Cristo Redentor, um dos símbolos mais conhecidos do Rio de Janeiro. Bin Laden destacou dois mujahedins para o seqüestro de um avião que seria lançado contra a “estátua-símbolo dos infiéis cristãos”.

Os registros da Polícia Federal dão conta de que os dois terroristas chegaram ao Rio no domingo, 5 de setembro, às 21h47m, num vôo da Air France. A missão começou a sofrer embaraços já no desembarque, quando a bagagem dos muçulmanos foi extraviada, seguindo num vôo para o Paraguai.

Após quase seis horas de peregrinação por diversos guichês e dificuldade de comunicação em virtude do inglês ruim, os dois saem do aeroporto, aconselhados por funcionários da Infraero a voltar no dia seguinte, com intérprete. Os dois terroristas apanharam um táxi pirata na saída do aeroporto, sendo que o motorista percebeu que eram estrangeiros e rodou duas horas dando voltas pela cidade, até abandoná-los em lugar ermo da Baixada Fluminense. No trajeto, ele parou o carro e três cúmplices os assaltaram e espancaram.

Eles conseguiram ficar com alguns dólares que tinham escondido em cintos próprios para transportar dinheiro e pegaram carona num caminhão que entregava gás. Na segunda-feira, às 7h33m, graças ao treinamento de guerrilha no Afeganistão, os dois terroristas conseguem chegar a um hotel de Copacabana. Alugaram então um carro e voltaram ao aeroporto, determinados a seqüestrar logo um avião e jogá-lo bem no meio do Cristo Redentor. Enfrentam um congestionamento monstro por causa de uma manifestação de estudantes e professores em greve – e ficaram três horas parados na Avenida Brasil, altura de Manguinhos, onde seus relógios são roubados em um arrastão. Às 12h30m, resolvem ir para o centro da cidade e procuram uma casa de câmbio para trocar o pouco que sobrou de dólares. Recebem notas de R$ 100 falsas, dessas que são feitas grosseiramente a partir de notas de R$ 1.

Por fim, às 15h45m chegam ao Tom Jobim para seqüestrar um avião. Os pilotos da VARIG estão em greve por mais salário e menos trabalho. Os controladores de vôo também pararam (querem equiparação com os pilotos). O único avião na pista é da Transbrasil, mas está sem combustível.

Aeroviários e passageiros estão acantonados no saguão do aeroporto, tocando pagode e gritando slogans contra o governo. O Batalhão de Choque da PM chega batendo em todos, inclusive nos terroristas.

Os árabes são conduzidos à delegacia da Polícia Federal no Aeroporto, acusados de tráfico de drogas, que tiveram plantados papelotes de cocaína nos seus bolsos. Às 18 horas, aproveitando o resgate de presos feito por um esquadrão de bandidos do Comando Vermelho, eles conseguem fugir da delegacia em meio à confusão e ao tiroteio. Às 19h05m, os muçulmanos, ainda ensangüentados, se dirigem ao balcão da VASP para comprar as passagens. Mas o funcionário que lhes vende os bilhetes omite a informação de que os vôos da companhia estão suspensos.

Eles, então, discutem entre si: começam a ficar em dúvida se destruir o Rio de Janeiro, no fim das contas, é um ato terrorista ou uma obra de caridade.

Às 23h30m, sujos, doloridos e mortos de fome, decidem comer alguma coisa no restaurante do aeroporto. Pedem sanduíches de churrasquinho com queijo de coalho e limonadas. Só na terça-feira, às 4h35m, conseguem se recuperar da intoxicação alimentar de proporções eqüinas, decorrente da ingestão de carne estragada usada nos sanduíches. Foram levados para o Hospital Miguel Couto, depois de terem esperado três horas para que o socorro chegasse e percorresse os hospitais da rede pública até encontrar vaga. No HMC foram atendidos por uma enfermeira feia, grossa, gorda e mal-humorada. Debilitados, só terão alta hospitalar no domingo.

Domingo, 18h20h: os homens de Bin Laden saem do hospital e chegam perto do estádio do Maracanã. O Flamengo acabara de perder para o Paraná Clube, por 6×0. A torcida rubro-negra confunde os terroristas com integrantes da galera adversária (que havia ido de Kombi ao Rio) e lhes dá uma surra sem precedentes. O chefe da torcida é um tal de “Pé de Mesa”, que abusa sexualmente deles.

Às 19h45m, finalmente, são deixados em paz, com dores terríveis pelo corpo, em especial na área proctológica. Ao verem uma barraca de venda de bebida nas proximidades, decidem se embriagar uma vez na vida (mesmo que seja pecado, Alá que se dane!). Tomam cachaça adulterada com metanol e precisam voltar ao Miguel Couto. Os médicos também diagnosticam gonorréia no setor retofuricular inchado (Pé de Mesa não perdoa!).

Segunda-feira, 23h42m: os dois terroristas fogem do Rio escondidos na traseira de um caminhão de eletrodomésticos, assaltado horas depois na Serra das Araras.

Desnorteados, famintos, sem poder andar e sentar, eles são levados pela van de uma ONG ligada a direitos humanos para São Paulo. Viajam deitados de lado. Na capital paulista, perambulam o dia todo à cata de comida. Cansados, acabam adormecendo debaixo da marquise de uma loja no Centro. A Polícia Federal ainda não revelou o hospital onde os dois foram internados em estado grave, depois de espancados quase até a morte por um grupo de mata-mendigos. O porta-voz da PF declarou que, depois que os dois saírem da UTI, serão recolhidos no setor de imigrantes ilegais, em Brasília, onde permanecerão até o Ministério da Justiça autorizar a deportação dos dois infelizes, se tiver verba, é claro.

Os dois consideraram desnecessário terrorismo no Brasil e irão sugerir um convênio para realização, no Rio e São Paulo, de treinamento especializado em caos social para o pessoal da Al Qaeda.

Oração por Belém

Grafite en Belém

Grafite em Belém, foto de Pawel Ryszawa, 2008. Creative Commons Atribuição-Compartilhamento pela mesma Licença 3.0

Recentemente tomei conhecimento de uma notícia interessante para o período de advento e natal. É uma iniciativa que neste ano, coordenada conjuntamente pelo Fórum Ecumênico Palestina-Israel e do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), pretende levar uma palavra de paz e esperança à cidade de Belém e a Terra Santa.

Tal atitude iniciou-se no ano de 2000, e desde então mensagens de vários cantos do mundo são distribuídas aos habitantes da região nos dias da festividade de natal (25 de dezembro no calendário ocidental e 7 de janeiro no calendário oriental).

O ideal é que as mensagens e orações sejam enviadas em inglês. No entanto, se não souber escrever em inglês e deseje compartilhar seus pensamentos de esperança e de um futuro melhor aos moradores da cidade de nascimento de Jesus, não se acanhe de escrever algo em português. Suas palavras serão bem-vindas.

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Livro: Seikokai – a primeira construção religiosa dos japoneses no Brasil

O livro Seikokai, escrito por Carmem Kawano e publicado pela Casa Editorial Maluhy & Co., conta a história dos primeiros imigrantes japoneses que construíram um templo religioso no Brasil, mais especificamente na cidade de Registro, estado de Sâo Paulo.

Esta primeira construção, da década de 1920, foi erguida por uma comunidade ligada a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, que faz parte da Comunhão Anglicana.

O livro traz informações valiosas da vida e desafios desses primeiros imigrantes, que infelizmente ainda são desconhecidas por muitos. Também é apresentado um rico registro fotográfico dessa comunidade, com aproximadamente cem imagens. É indispensável para os que procuram saber mais sobre os primeiros momentos da presença japonesa em solo brasileiro.

Para mais informações, ler parte do primeiro capítulo ou adquirir o livro, visite o site: http://www.seikokai.com.br.

Seikokai – A história da primeira construção religiosa dos japoneses no Brasil

Autora: Carmem Kawano

Editora: Casa Editorial Maluhy & Co.

Lançamento: Agosto de 2008

Preço: R$ 29,90

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